segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Simplesmente eu: Ana Paula

Eu já dei risada até a barriga doer, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado. Fiz cócegas no meu irmão (quando ele era apenas um pirralho), só pra ele parar de chorar.

Já passei trote por telefone, sempre tive a enorme vontade de tomar banho de chuva, feito uma criança inconsequente.

Também fiz confissões antes de dormir, num quarto escuro pra melhor amiga. Já confundi sentimentos. Raspei o fundo da panela do meu doce favorito. Chorei ouvindo música e mudei várias vezes de cabelo.

Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já chorei sentada no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre e voltei no outro instante (principalmente quando queria morar com a minha avó).

Já sai pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, já fiquei sozinha no meio de milhares de pessoas sentindo falta de uma só. Vi o pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, me joguei na piscina sem vontade de voltar, olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, tremi de nervoso, quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Uma vez aconteceu de acordar no meio da noite e fiquei com medo de levantar, dei vários gritos de felicidade, bem como, liguei o som alto do Whiskamóvel e sai cantanto feito louca.

Me apaixonei diversas vezes e, achei que era pra sempre, mas era um "para sempre" pela metade, chorei muito por ver amigos partindo, mas descobri que a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados em um baú chamado coração. Mas, ainda há muitas coisas a fazer, a sentir e a compartilhar, e quem sabe um dia o príncipe do cavalo branco me fará vivenciar tantas coisas...

Tento me rotular, tento encontrar meu verdadeiro eu, mas este “eu” está cada vez mais longe de ser encontrado. Tudo bem que nada acontece por acaso, e muito menos, nada surge sem um propósito. Então, eu sai de casa e descobri que “o que nós fazemos em busca de algo, é a chave para descobrir quem e o que somos na verdade”. Portanto, eu descobri que sou apenas eu: Uma mulher que gosta do impossível, tem medo do provável, que vive rindo do ridículo e que chora porque tem vontade, mas nem sempre tem motivo. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras.

Tenho um sorriso confiante que, às vezes não demonstra o tanto de insegurança há por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível, para poucas pessoas dou alguma explicação. Amo estar rodeada de amigos, mas às vezes, sinto necessidade do isolamento. Sou do tipo que faz tudo para valer a pena e que em alguns momentos dorme arrependida, bem como há situações que acorda com vontade e, principalmente, luto por meus objetivos sem passar por cima de ninguém, pois eu sou das raras pessoas que ainda acredita na humanidade.

(texto adaptado com minhas verdades / foto antiga) 

Eu apenas rabisquei assim...

Outrora te conheci,
Éramos dois pássaros rumo à liberdade
A responsabilidade
Rompendo um elo entra a infância e a maturidade
Vidas diferentes,
Destinos opostos
E tudo parecia deslumbrar nossos olhos
Depois de algum tempo...
Nossas vidas se cruzaram novamente
Cometendo a façanha de recordar
Algo que estava adormecido,
Esquecido em algum ponto do passado
Como a inocência e a beleza dos sentimentos e dos sonhos
Este tão louco jogo da vida,
Fez jogadores se reencontrarem
Só que desta vez,
O maior prêmio é a união de dois corações
Que outrora se perderam
E hoje, tem a chance de recomeçar,
E saírem vencedores
Mostrando para a platéia deste estádio chamado mundo,
Que pássaros podem passar por inúmeras primaveras,
Assim como jogadores por inúmeras etapas
Mas, a vontade de viver e sentir os prazeres da vida,
Faz com que tudo tenha mais sabor,
E que entenda que nunca é tarde para viver um grande amor...
Pois este jogo da vida, todos saem vencedores.
Brindemos à felicidade e ao amor!

Eu escrevi em 2007...

Você chegou com seu jeitinho,
E despertou um sentimento tão belo
Você que é doce como mel
Que me fez enxergar
As verdadeiras cores lá do céu

Você chegou com seu jeitinho
E com algumas palavras
Foi me enchendo de carinho
Me fez sentir mulher de novo...

Você chegou com seu jeitinho
E foi me enfeitiçando com uma magia incrível
Foi me mostrando o encantamento
Regido pelo amor...

Você chegou com seu jeitinho
Me envolvendo em seus braços
Trazendo em meu coração,
Cores e sabores de uma nova paixão

Você chegou com seu jeitinho
Despertou desejos adormecidos,
Trouxe de volta a mulher
Que por força maior do destino,
Tinha deixado de sorrir
E agora ao seu lado,
Quer viver uma louca emoção.

Poema escrito para mim...

Há algum tempo, um amigo jornalista chamado Valdeci Rodrigues escreveu um poema para mim. Resolvi dividir com vocês.

O conteúdo foi baseado na imagem dos meus olhos, em um bate papo no messenger. Vejam!

"Simples imagem....
Um olho verde num canto do computador....
Sem piscar, leva-me imaginariamente a navegar num oceano de saudades...
É como se náufrago eu fosse...
Perdido no verde deste verde olhar....
A debater-me entre a realidade de uma imagem....
E a imaginação de que estou no mar...
Os meus olhos piscam e trazem-me de volta à tela do computador...
Repreendem-me...
Chamando-me de volta a realidade .....
Na memória, o verde do seu verde olhar.....
Será acionado toda vez que eu quiser ficar perdido na minha própria imaginação....
Navegando em minhas lembranças...
... nas doces e nas amargas lembranças da minha existência."

Diário de um Lobo - Parte 1

A VERDADEIRA HISTÓRIA DOS 3 PORQUINHOS!

Em todo o mundo, as pessoas conhecem a história dos Três Porquinhos. Ou, pelo menos, acham que conhecem.
Mas eu vou contar um segredo. Ninguém conhece a história verdadeira, porque ninguém jamais escutou o meu lado da história.
Talvez seja por causa de nossa alimentação.
Olha, não é culpa minha se os lobos comem bichos engraçadinhos como coelhos e porquinhos. É apenas nosso jeito de ser. Se os cheeseburgers fossem uma gracinha, todos iam achar que você é Mau.
Eu sou o lobo. Alexandre T. Lobo.
Pode me chamar de Alex.
Eu não sei como começou todo esse papo de Lobo Mau, mas está completamente errado.
Mas como eu estava dizendo, todo esse papo de Lobo Mau está errado.
A verdadeira história é sobre um espirro e uma xícara de açúcar.

ESTA É A VERDADEIRA HISTÓRIA...

No tempo do Era Uma Vez, eu estava fazendo um bolo de aniversário para minha querida e amada vovózinha.
Eu estava com um resfriado terrível, espirrando muito.
Fiquei sem açúcar...
Então resolvi pedir uma xícara de açúcar emprestada para o meu vizinho.
Agora ... esse vizinho é um porco.
E não era muito inteligente também.
Ele tinha construído a sua casa toda de palha.
Dá para acreditar? Quero dizer, quem tem a cabeça no lugar não constrói uma casa de palha.
É claro que assim que bati, a porta caiu. Eu não sou de ir entrando assim na casa dos outros. Então chamei: “Porquinho, Porquinho, você está aí?”. Ninguém respondeu.
Eu já estava a ponto de voltar para casa sem o açúcar para o bolo de aniversário da minha querida e amada vovózinha.
Foi quando meu nariz começou a coçar. Senti um espirro vindo.
Então inflei. E bufei.
E soltei um grande espirro.
Sabe o que aconteceu? Aquela maldita casa de palha desmoronou inteirinha. E bem no meio do monte de palha estava o Primeiro Porquinho, mortinho da silva.
Ele estava em casa o tempo todo.
Seria um desperdício deixar um presunto em excelente estado no meio daquela palha toda. Então eu o comi.
Imagine o porquinho como se ele fosse um grande cheesebuger dando sopa.
Eu  estava me sentindo um pouco melhor. Mas ainda não tinha minha xícara de açúcar. Então fui até a casa do próximo vizinho.

Continua...

Diário de um Lobo - Parte 2

Continuando...



Esse vizinho era o irmão do Primeiro Porquinho.
Ele era um pouco mais esperto, mas não muito. Tinha construído a sua casa com lenha.
Toquei a campainha da casa de lenha. Ninguém respondeu.
Chamei: “Senhor Porco, senhor Porco, está em casa?”.
Ele gritou de volta: “Vá embora Lobo. Você não pode entrar. Estou fazendo a barba de minhas bochechas rechonchudas”.
Tinha acabado de pegar na maçaneta quando senti outro espirro vindo.
Eu inflei. E bufei. E tentei cobrir a minha boca, mas soltei um grande espirro.
Você não vai acreditar, mas a casa desse sujeito desmoronou igualzinho à do irmão dele.
Quando a poeira baixou, lá estava o Segundo Porquinho – mortinho da silva. Palavra de honra.
Na certa você sabe que a comida estraga se ficar abandonada no relento.
Então fiz a única coisa a ser feita. Jantei de novo.
Era o mesmo que repetir um prato.
Eu estava ficando tremendamente empanturrado. Mas estava um pouco melhor do resfriado.
E eu ainda não conseguira aquela xícara de açúcar para o bolo de aniversário da minha querida e amada vovózinha. Então fui até a casa do próximo vizinho.
Esse sujeito era o irmão do Primeiro e do Segundo Porquinho.
Devia ser o crânio da família. A casa dele era de tijolos.
E venham me acusar de grosseria!
Ele tinha provavelmente um saco cheio de açúcar. E não ia me dar nem uma xicrinha para o bolo de aniversário da minha querida e amada vovózinha.
 Que porco!
Eu já estava quase indo embora para fazer um lindo cartão de aniversário em vez de um bolo, quando senti um espirro vindo.
Eu inflei. E bufei.
E espirrei de novo.
Então o Terceiro Porquinho gritou:
- “E a sua velha vovózinha pode ir às favas”.
Bati na casa de tijolos. Ninguém respondeu.
Eu chamei: “Senhor Porco, o senhor está?”.
E sabe o que aquele leitãozinho atrevido me respondeu?
“- Cai fora daqui, Lobo. Não me amole mais”.
Sabe, sou um cara geralmente bem calmo. Mas, quando alguém fala desse jeito da minha vovózinha, eu perco a cabeça.
Quando a polícia chegou, é evidente que eu estava tentando arrebentar a porta daquele Porco. E todo o tempo eu estava inflando, bufando e espirrando e fazendo uma barulheira.
Tive um azar: os repórteres descobriram que eu tinha jantado os outros dois porcos. E acharam que a história de um sujeito doente pedindo açúcar emprestado não era muito emocionante. Então enfeitaram e exageraram a história com todo aquele negócio de “bufar, assoprar e derrubar sua casa”.
E fizeram de mim o Lobo Mau.
É isso aí.
Esta é a verdadeira história. Fui vítima de uma armação.

Mas talvez você possa me emprestar uma xícara de açúcar.

Complexidade Feminina

Este é um belo texto de Luis Fernando Veríssimo. Vejam!

(Imagem retirada da Internet)


> > > M = Mulher 
> > > H = Homem 
 (Entra em casa) 

M - Oi! 
H - Oi! 
M - Trabalhou muito? 
H - Sim. 
M - Tá cansado? 
H - Um pouco. 
M - Toma um banho! 
H - Vou sim... preciso....... (Banho.) 
M - Ué... vai sair? 
H - Vou dar uma volta. 
M - Sozinho? 
H - É... sozinho. 
M - Vai aonde? 
H - Por aí. 
M - Sozinho? 
H - É. 
M - Certeza? 
H - Sim. 
M - Quer que eu vá com você? 
H - Não... pode deixar... prefiro ir sozinho. 
M - Vai sozinho andar pela cidade? 
H- É. 
M - De carro? 
H - Sim. 
M - Tem gasolina? 
H - Sim... coloquei. 
M - Vai demorar? 
H - Não... coisa de uma hora. 
M - Vai a algum lugar específico? 
H - Não... só rodar por aí. 
M - Não prefere ir a pé? 
H - Não... vou de carro. 
M - Traz um sorvete pra mim! 
H - Trago... que sabor? 
M - Manga. 
H - Ok... na volta eu passo e compro. 
M - Na volta? 
H - Sim... senão derrete. 
M - Passa lá, compra e deixa aqui. 
H - Não... melhor não! Na volta... é rápido! 
M - Ahhhhh! 
H - Quando eu voltar eu tomo com você! 
M - Mas você não gosta de manga! 
H - Eu compro outro... de outro sabor. 
M - Aí fica caro... traz de cupuaçu! 
H - Eu não gosto também. 
M - Traz de chocolate... nós dois gostamos. 
H - Ok! Beijo... volto logo... 
M - Ei! 
H - O que? 
M - Chocolate não... Flocos... 
H - Não gosto de flocos! 
M - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você. 
H - Foi o que sugeri desde o começo! 
M - Você está sendo irônico? 
H - Não... tô não! Vou indo. 
M - Vem aqui me dar um beijo de despedida! 
H - Querida! Eu volto logo... depois. 
M - Depois não... quero agora! 
H - Tá bom! (Beijo.) 
M - Vai com o seu ou com o meu carro? 
H - Com o meu. 
M - Vai com o meu... tem cd player... o seu não! 
H - Não vou ouvir música... vou espairecer... 
M - Tá precisando? 
H - Não sei... vou ver quando sair! 
M - Demora não! 
H - É rápido... (Abre a porta de casa.) 
M - Ei! 
H - Que foi agora? 
M - Nossa!!! Que grosso! Vai embora! 
H - Calma... estou tentando sair e não consigo! 
M - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém? 
H - O que quer dizer? 
M - Nada... nada não! 
H - Vem cá... acha que estou te traindo? 
M - Não... claro que não... mas sabe como é? 
H - Como é o quê? 
M - Homens! 
H - Generalizando ou falando de mim? 
M - Generalizando. 
H - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso! 
M - Tá bom... então vai. 
H - Vou. 
M - Ei! 
H - Que foi, cacete? 
M - Leva o celular, estúpido! 
H - Prá quê? Prá você ficar me ligando? 
M - Não... caso aconteça algo, estará com celular. 
H - Não... pode deixar... 
M - Olha... desculpa pela desconfiança... estou com 
saudade... só isso! 
H - Ok meu amor... Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo! 
M - Eu também! 
M - Posso futricar no seu celular? 
H - Prá quê? 
M - Sei lá! Joguinho! 
H - Você quer meu celular prá jogar? 
M - É. 
H - Tem certeza? 
M - Sim. 
H - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos! 
M - Não sei mexer naquela lata velha! 
H - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado! 
M - Tá.. ok... então leva o celular senão eu vou futricar... 
H - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo... 
M - É? 
H - É. 
M - Então onde está? 
H - O quê? 
M - O que deveria estar no celular mas não está... 
H - Como!? 
 M - Nada! Esquece! 
H - Tá nervosa? 
 M - Não... tô não... 
H - Então vou! 
M - Ei! 
H - Que ééééééé? 
M - Não quero mais sorvete não! 
H - Ah é? 
M - É! 
H - Então eu também não vou sair mais não! 
M - Ah é? 
H - É. 
M - Oba! Vai ficar comigo? 
H - Não vou não... cansei... vou dormir! 
M - Prefere dormir do que ficar comigo? 
H - Não... vou dormir, só isso! 
M - Está nervoso? 
H - Claro, porra!!! 
M - Por que você não vai dar uma volta para espairecer? 

Alguém aqui se indentificou com o personagem? risos.

Um belo conto

Recebi por e-mail. Não conheço o autor. A imagem foi retirada pela INTERNET.


"O orgulho só nos leva a perder quem amamos, por isso devemos dizer nossos sentimentos pra quem amamos, p/ não haver arrependimentos futuros!

Nós namoramos, terminamos por uma incompatibilidade e, por orgulho, nos mantivemos afastados. Há algum tempo ela sofreu um acidente de carro, faleceu aos 25 anos. Todas as noites eu digo que a amo, e repito todas as manhãs, na esperança de que em algum lugar ela ouça, mas sei que não é suficiente.

Hoje eu sei que devia ter ido atrás dela, telefonado dizendo que ela era a luz de minha vida, ter feito o diabo, mandado flores, bombons, cartões, ter pendurado uma faixa na porta da casa dela, pichado o muro com o nome dela, mas eu não fiz. Os meus "amigos" diziam, seja homem, não se humilhe para ela. Não é preciso ser "homem" para ser orgulhoso, pois isso não requer força, é preciso ser "homem" para ser humilde, isso sim é difícil. Ela me amou, morreu me amando e sei disso. Eu a fiz chorar muitas vezes e tenho vontade de me bater quando penso nisso. Queria poder reverter cada lágrima dela num momento de alegria, mas, já não posso fazer isso. Eu penso nos filhos que poderíamos ter tido, na velhice juntos, com a qual eu nunca deixei de sonhar, no filme romântico que ela queria ver e eu achava bobagem, nos momentos que eu desperdicei estando longe dela. Eu me enganei, achei que ela sempre estaria ali, me esperando, mas, ela não esperou. Eu hoje procuro a paz de muitas formas, religião, já passei por todas, psicólogos, ioga, esportes, de nada adianta.

Uma vez fui visitar uma cidadezinha chamada Lorena, fiquei num sítio com amigos. Numa noite, na beira da fogueira, quando se contam "causos", eu contei minha história, havia umas 15 pessoas, todos jovens, só um senhor bem de idade, todos se emocionaram, menos ele, eu achei que nem estava prestando atenção, parecia ser um homem muito simples, achei que fosse incapaz de entender o que eu estava dizendo. Eu terminei minha história dizendo que o pior de tudo era saber que não havia nada a fazer. Alguns se levantaram, e eu fiquei lá, até o fogo acabar, todos foram embora, menos o senhor, ele ficou lá comigo e me disse que ainda havia o que fazer, contar minha história, a tantas pessoas quanto conseguisse, ser chato, insistente, tentar fazer com que entendessem e não errassem como eu errei."

11 dicas

Sempre recebo e-mails com conteúdos bacanas. Veja este:


1. Há pelo menos duas pessoas nesse mundo por quem você  morreria.

2. Pelo menos 15 pessoas nesse mundo amam você de algum jeito.

3. A única razão pela qual alguém lhe odiaria é porque ela quer  ser exatamente igual a você.

4. Um sorriso seu pode trazer alegria a qualquer um, mesmo se esse alguém não gostar de você.

5. Toda noite, ALGUÉM pensa em você antes de dormir.

6. Você é o mundo para alguém.

7. Você é especial e único.

8. Alguém que você nem sabe que existe ama você.

9. Quando você comete o pior erro que pode existir, você sempre aprende algo de bom.

10. Quando você pensa que o mundo virou as costas a você, olhe melhor.

11. Sempre se lembre dos elogios que recebe.Esqueça-se dos comentários ruins.

"AMIGOS SÃO ANJOS QUE NOS LEVANTAM QUANDO NOSSAS ASAS ESTÃO MACHUCADAS."

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dilma, a primeira mulher no "comando" do Brasil

Ontem, o Brasil elegeu a primeira mulher como Presidente do nosso país: Dilma Rousseff.

Para nós mulheres, nós que conquistamos ao longo dos tempos, nosso espaço, esta é mais uma grande vitória. Se este mandato será bom ou ruim, se ela será coordenada por Lula, nós saberemos em breve, assim como, as notícias recebidas via e-mail, se forem verídicas, em breve virão à tona.

Mas quero deixar registrado, apenas seu pronunciamento para que possamos cobrá-la. (Fonte: Dilma13.com.br) - Veja:

"Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!

Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:

Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.

Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.

Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.

Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.

Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.

Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.

Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.

Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.

O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro. Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.

Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.

No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.

Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.

Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.
É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.

Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.

Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos. Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.

Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.
Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público. Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo. Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.

As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.

Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.
Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.

Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.

Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.

O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.

Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas. Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde. Me comprometi também com a melhoria da segurança pública. Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.

Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos. Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.

A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade. É aquela que convive com o meio ambiente sem agredí-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.

Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa. Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.

Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.

Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.

Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.

A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.

Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.

Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.

Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.
Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.

Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho. Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.

Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.

Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.

Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.

Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós. Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta. Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado. Saberei consolidar e avançar sua obra.

Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo. Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.

Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união. União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.

Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.

Muito obrigada."

Até o próximo post!

Ovo de Óleo

A Revista Veja sempre publica uma crônica no final de cada edição. Dessa vez, a crônica escolhida foi “Ovo de Óleo”, escrita pela Sandy. (Julho 2010)

O que havia de errado com a receita das rosquinhas de coco, que não ficavam iguais às de Bernadete? A menina de 10 anos, tomada de frustração, tentava decifrar o enigma. Durante suas férias no campo, ela observara atentamente, do degrau entre a cozinha e a sala, a mulher que preparava as rosquinhas mais macias e gostosas que ela já provara. De volta a sua casa, tentava reproduzir o feito. Sem sucesso.

Seria a falta do “ovo caipira”? As marcas de farinha disponíveis em Campinas seriam diferentes das de lá? Seria, talvez, a falta de mão confiante e experiente de Bernadete? Ou teria a mulher passado a mágica receita erradamente? Não, ela era atenciosa e bondosa demais para fazer algo do tipo.

É, talvez fosse mesmo a falta daquele ingrediente que ela não conseguia entender… “Cinco meias cascas de ovo de óleo”. O que seria um “ovo de óleo”? Na dúvida, pegava apenas cinco ovos “normais” e, um a um, ia acrescentando à massa somente o que cabia na metade da casca de cada um. E a massa ficava sempre ressecada, rígida, que droga!

Depois de duas tentativas fracassadas, a pequena, finalmente, venceu a vergonha de sua possível ignorância e perguntou à mãe o que seria o “ovo de óleo”. A mãe, ocupada e sem dar muita atenção à estranheza da questão – “coisas de crianças…” -, apenas disse que não existia animal algum chamado “óleo”, portanto, não teria como existir tal ovo.

Ao longo daquele ano, a menina tentou acertar a receita duas, três, cinco vezes. Desistiu. Resolveu que, nas próximas férias, pediria a Bernadete que preparasse novamente as rosquinhas, explicando-lhe detalhadamente o processo. Aí, sim, essa receita danada não mais lhe escaparia às mãos!

Passaram-se os meses e, depois de ela controlar, com muito custo, a enorme ansiedade, enfim, as férias! Foi então que veio a grande decepção: chegando à fazenda, a pequena aspirante a mestre-cuca perguntou pela “professora” e recebeu a trágica notícia de que ela havia deixado o emprego pra trabalhar em outra cidade. Que tristeza, quanta falta de sorte… Parecia que aquelas rosquinhas queriam pertencer apenas a sua mestra criadora, e a mais ninguém!

Tal frustração fez com que a menina decidisse encerrar suas atividades culinárias. E “pra sempre”! Era quase um sentimento de humilhação aquilo que a invadia, ao fim de tantas tentativas fracassadas. Não queria mais sentir aquilo. Mesmo sabendo da existência de outros milhares de receitas possíveis de ser executadas, o medo de não acertar e, então, sentir algo parecido a paralisava.

Anos se passaram e a pequena deixou de ser pequena. No alto de seus 17 anos, ela concluía, agora, o último ano de colégio. Pensando nas férias que se aproximavam, lembrou-se daquele sonho de menina interrompido por si diante da primeira dificuldade. Que bobagem! Resolveu, então, remexer um pouco nesse passado. Comprou um livro de receitas!

No ônibus escolar, na volta pra casa, a jovem abriu o livro, folheou, folheou, folheou, escolheu encarar uma receita de bolo de coco. Na terceira linha de descrição dos ingredientes, ela leu “meia xícara (de chá) de açúcar”… E, depois, “uma colher (de sopa) de fermento”… E sorriu.

SANDY, cantora e compositora.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Bela mensagem

Na última segunda-feira, dia 11, completei 28 anos. Recebi um postal com uma mensagem interessante e gostaria de dividi-la com todos.


Felicidade...

É uma decisão que tomamos todos os dias ao acordar!

Nesta data especial, quero comemorar com você a alegria de completar mais um ano de vida, desejando que seu caminho seja sempre iluminado, e que você tenha muita força para continuar a luta do dia-a-dia.

Na vida, temos duas escolhas: encontrar dificuldades nas oportunidades, ou ver uma oportunidade em cada dificuldade.


Ninguém disse que a vida seria fácil... só que valeria a pena!


Acredite que tudo acontece por uma razão. Se tiver uma segunda chance, agarre-a com as duas mãos. Por isso, proponho que de hoje para sempre você não deixe nada para uma ocasião especial.


Procure estar perto de Deus... conheça-o!


Leia mais, sente-se na varanda e admire a paisagem, sem se importar com as tempestades.


Passe mais tempo com a família e com seus amigos, coma sua comida preferida, visite lugares que ama.


Use sua roupa nova, não guarde seu melhor perfume, elimine a idéia de deixar algo para um dia desses...


Diga às pessoas o quanto as ama, não protele nada que lhe somaria sorrisos e alegrias. A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não para apenas sobreviver. Cada dia, hora, minuto é especial e único... não volta mais.


Confie em Deus e acredite em si mesma. Seja feliz. Muito Feliz!”


Lindo não?! Até o próximo post!


Crédito da Imagem: recados-orkut.net